A primeira coisa a se fazer é projetar qual será a demanda de uso de sua impressora. Pergunte-se: quantas páginas (mais ou menos, claro) eu acho que vou imprimir por mês? Qual a resolução de imagem eu realmente preciso? E também já facilita bastante o processo definir quanto você pretende investir neste equipamento.

Com estas questões na cabeça, passamos à segunda etapa: entender informações básicas oferecidas pelo produto. O preço, todo mundo entende logo de cara; mas como saber a qualidade de impressão? Seguem algumas dicas.

DPI determina a qualidade da impressão final

Fique atento ao número de DPI – ou dots per inch, ou ainda, em português, pontos por polegada – que a impressora oferece. É esta informação que dirá a qualidade de impressão que você deve esperar da impressora.

Funciona assim: um equipamento que diz ter 4800x1200 DPI, significa que ele oferece 4.800 pontos na horizontal e 1.200 na vertical em um espaço de uma polegada quadrada.

Portanto, quanto maiores forem estes números, maior a qualidade. Para ter uma base, considera-se 1200x1200 DPI uma boa qualidade de impressão.

PPM é a Rapidez de impressão

Outra informação que as impressoras fornecem e que, caso você fique atento a ela, pode contribuir muito para você fazer a melhor escolha é a PPM (page per minute; traduzindo, páginas por minuto).

Embora não seja muito exata, por depender de configurações de impressão e formatos de arquivos que variam muito, esta informação pode servir de parâmetro ao comparar produtos.

Como exemplo, podemos citar a HP Deskjet 6980 Photo Printer que imprime, no máximo, 36 PPM configurada no modo “rascunho”; já no modo “ótimo” imprime 2 PPM de texto com gráfico.

Se você vai utilizar muito a sua impressora, fique de olho no ciclo mensal

Outra informação importante que os fabricantes oferecem, o “ciclo mensal” da impressora. Este dado indica o volume máximo de impressões que aquele equipamento suporta durante o período de um mês.

Portanto, se fosse pretende usar a sua nova impressora ou multifuncional num escritório com que exige um grande número de impressões diariamente, não adianta comprar um equipamento com capacidade para 1.500 páginas; da mesma forma, se você vai imprimir apenas poucas páginas em sua casa, pode escolher um modelo mais barato, não precisa de uma máquina de 20.000 páginas por mês.

E na hora da tecnologia: jato de tinta ou laser?

Em via de regra, as impressoras “jato de tinta” são recomendadas para residências e pequenos escritórios que não demandem uma quantidade muito grande de impressões. Mesmo sendo um pouco mais lentas que as a “laser”, seus preços são mais acessíveis. Os cartuchos de tinta mais baratos e, em geral, têm boa qualidade de impressão. O que as torna ideais para quem não tem necessidade de um grande volume de impressões.

Já as impressoras a “laser”, embora nada impeça que você tenha uma em casa, costumam fazer sucesso no “mundo corporativo”. Estes modelos são mais adequados para grandes ciclos mensais de impressão: 10, 15, 20 mil páginas por mês. Isso porque, além de mais velozes, se botar na ponta do lápis, o custo do toner, comparado a sua capacidade de impressões, é baixo.

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